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Chegou a hora

da cidadania!

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Comunicado Interno

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703, 2018

Mendo Castro Henriques reeleito no Nós, Cidadãos!

7 Março, 2018|0 Comments

Mendo Castro Henriques foi hoje reeleito, com 90% dos votos, presidente do Nós, Cidadãos!, tendo como objetivos fazer crescer a cidadania em termos práticos, captar os abstencionistas e eleger nas europeias e legislativas de 2019. [...]

Nós, cidadãos! preencherá o espaço político onde se situa a maioria dos Portugueses revoltados com os crescentes constrangimentos financeiros e económicos.

Portugal tem 20 partidos políticos registados. Dois dos grandes partidos alternam no governo há quase quarenta anos, embora cada vez com menos votantes e com índices de abstenção eleitoral que rondam os 50%. Entretanto, a sociedade civil robusteceu-se e ganhou voz em numerosas organizações e movimentos que, desde 15 de setembro de 2012, têm vindo a exigir alternativas.

Chegou a hora de um partido da cidadania dar voz a quem não se revê em partidos e governos que acumulam défices, sem terem limites legais. Défice Orçamental. Défice de Emprego. Défice de Justiça. Défice de Natalidade. Défice de Solidariedade. Défice de Transparência. Défice de Estratégia. Défice de Futuro. Não queremos estes défices, nunca mais. Para reerguer Portugal em nome do bem comum, esse partido surgiu. Somos Nós, cidadãos!

Nós, cidadãos! combaterá pela criação de uma lei que responsabilize criminalmente os governantes e detentores de cargos públicos por atos de gestão danosa ou negligência grosseira, em prejuízo do País
Nós, cidadãos! combaterá para que as custas judiciais tenham em conta os rendimentos daqueles que se lhe dirigem
Nós, cidadãos! irá propor um sistema fiscal equitativo, acompanhado de uma intervenção de fundo na simplificação do IRS e do IRC, e na reengenharia de processos da Administração Fiscal e na preparação de magistrados. O objectivo da fiscalidade deve ser ajudar a crescer famílias e empresas
Nós, cidadãos! daremos total prioridade ao resgate das famílias e das pequenas e médias empresas do sobreendividamento crónico. A sustentabilidade das famílias e empresas será conseguida com propostas bancárias e parabancárias de resgate económico e financeiro; pela Revisão da legislação de insolvência e de exoneração de passivo, ao nível familiar e empresarial (PME) com impactos diretos na dimensão judicial

Os nossos princípios

  • O bem comum e a dignidade da pessoa humana fundados nos valores da liberdade.
  • Uma governação honesta e transparente que se vincule à verdade, alicerçada nos princípios da ética, da democracia e da proximidade;
  • A responsabilização civil e criminal por gestão danosa de todos os agentes e de titulares de cargos políticos eletivos, no exercício de cargos públicos;
  • Um desenvolvimento sustentado nas suas identidades e aspirações regionais;
  • Uma Segurança e uma Defesa Nacional adequadas aos nossos interesses estratégicos no quadro da UEO, da OTAN e da CPLP;
  • A não discriminação por razão de idade, raça, religião e género;
  • Uma gestão eficaz das oportunidades de desenvolvimento do País, ajustadas às necessidades das pessoas, das regiões e da atividade económica;
  • Uma equidade fiscal aplicável a pessoas e organizações;
  • O bem estar económico e social e uma ética de responsabilidade social das organizações;
  • A igualdade de tratamento e de acesso aos cuidados de saúde e à prática de atividades desportivas como formas sustentadas de assegurar o bem-estar social e a qualidade de vida;
  • A construção de uma Sociedade do Conhecimento em que a igualdade de acesso à cultura, à educação e à ciência garantam o futuro de Portugal;
  • Uma Europa mais respeitadora da dignidade da pessoa humana e mais solidária, mantendo a promessa de que todos têm a oportunidade de uma vida melhor;
  • Um mercado livre com regulação, preservando a concorrência e os direitos dos consumidores;
  • A afirmação internacional de Portugal através de uma presença agregadora, nomeadamente nos espaços europeu, atlântico e lusófono;
  • O uso sustentável dos recursos naturais e energéticos;